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Alvaro
Henrique, violonista brasiliense, tem como principal objetivo
artístico dividir
seu entusiasmo pela música, e vem concretizando-o ao fazer
concertos e
gravações, divulgar novas obras, colaborar com
compositores, ampliar o público,
e ao trocar experiências com estudantes de música.
Compartilhou
seu amor pela música com platéias no Brasil e no
exterior, como no III Festival Nacional
de Violão do Piauí, no XX Encontro de
Violão e Violonistas Goianos, no Festival
de Música
Clássica Contemporânea de Lima, na
interpretação do Concerto de Copacabana, de
Radamés
Gnatalli, com a Orquestra de Câmara Vale do
Paraíba, sob regência de Rogério
Santos,
e outras apresentações em diversas cidades.
Representou
a cultura brasileira no exterior, realizando
apresentações no Peru, Jamaica,
Moçambique, Namíbia,
Irlanda, Inglaterra, Grécia, Finlândia, Alemanha e
Suíça, tocando sempre obras nacionais,
em especial de Heitor Villa-Lobos e César Guerra-Peixe.
Divulgou
novas composições, tendo feito a primeira
gravação mundial de Sighs, (Jorge
Antunes), das obras para violão solo de Cláudio
Santoro, da Suíte para Violão
(Ernest Mahle), dos Cinco Intermezzos (Celso Mojola), entre outras.
Também
motivou compositores a escrever novas obras, e resultou dessa parceria
Gegensatz (Oliver Thedieck), o Concertino para Violão e
Grupo de Sopros e
Percussão (Calimério Soares), entre outras.
Consciente
da importância de ampliar o público de
música erudita e instrumental,
participou de projetos como o Curso de Formação
de Platéias do CCBNB, em
Fortaleza, e faz parte da diretoria da Associação
Brasiliense de Violão
(BRAVIO), entidade que desde 2005 realiza eventos mensais de
música
instrumental gratuitos ou a preços populares.
Auxiliou
estudantes de música a atingir seus sonhos ministrando
aulas, palestras e
escrevendo artigos
que, além de dar ferramentas para os alunos tocar melhor,
procuram ajudá-los a
conseguir um espaço no mercado, como nas palestras no SESC
504 Sul (Brasília)
sobre planejamento de carreira musical e nos artigos publicados na
revista
Violão Pró sobre como marcar os primeiros
recitais. Também dividiu suas
experiências e conhecimentos em diversos sites, revistas e
participações em
programas de rádio e TV.
Em
agosto de 2009 retornou ao Brasil após estudar na Alemanha
sob orientação de
Franz Halasz. Atualmente é professor no curso de
música da Universidade Federal
de Uberlândia (UFU), e seus alunos foram premiados em
concursos regionais e
nacionais. Também cursa o mestrado na Universidade de
Brasília (UnB), aonde
pesquisa sobre a expressividade e a cognição
musical.
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